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Efeitos do Mamberry - Terapia Natural
O segredo dos benefícios do Mamberry reside nos seus componentes, cuidadosamente estudados, e nas suas proporções rigorosamente definidas na fórmula final.
O objectivo é a sinergia, definida como a acção de dois ou mais componentes cujo efeito é superior à soma dos componentes individuais.
Os componentes do Mamberry são a Garcinia Mangostana, o Lycium Barbarum, a Vitamina C pura e a Oligofructose. Vamos focar fundamentalmente os dois primeiros.
Os principais constituintes da Garcinia são as Xantonas (1), um grupo de moléculas biologicamente activas com propriedades antioxidantes; e os do Lycium, os polissacarídeos, com efeito pró‑imunológico e antioxidante. Destacam-se, para além destes, outros princípios activos, como a Vitamina C, -carotenos, -sitosterois, (agente anti-inflamatório), vitaminas B1, B2 e E, ácido linoléico (um ácido gordo benéfico para o sistema cardiovascular), etc.
As principais propriedades da Garcinia Mangostana, do Lycium Barbarum, da Vitamina C e da Oligofructose resumem-se nos pontos a seguir.
Coadjuvante protector cardiovascular
Esta afirmação baseia-se em diversos estudos que concluíram que as Xantonas da Garcinia inibem a modificação oxidativa da LDL humana – colesterol “mau” -, a qual se comprovou desempenhar um papel importante no desenvolvimento da arteriosclerose, das doenças cardiovasculares e de outras doenças crónicas (2,3).
Potenciador do sistema imunológico
Nem todos os radicais livres são nocivos. As células do sistema imunológico criam radicais livres para eliminar bactérias e vírus, mas se não existir um controlo (exercido pelos antioxidantes), as células sãs podem ser danificadas. Neste sentido, os componentes antioxidantes ajudam a fortalecer o sistema imunológico, complementando as suas acções e potenciando a sua efectividade face a patogéneos, o que se traduz na protecção do organismo, elevando as defensas naturais do mesmo.
Além disso, o Lycium Barbarum caracteriza-se por ter um elevado teor de polissacarídeos, que são grandes moléculas de açucares de cadeia longa, das quais se alimentam os macrófagos (glóbulos brancos) na parede vascular e que estimulam o sistema imunológico, sendo altamente eficazes na promoção da imunidade.
Estes resultados foram avaliados num grande número de testes clínicos. Do mesmo modo, demonstrou-se que o Lycium aumenta quer a taxa de transformação de linfócitos, quer o número de glóbulos brancos (marcadores de função imunológica). Além disso, possui agentes antivirais, como demonstram outros estudos (4,5).
Efeito sobre o envelhecimento da pele
No interior da célula, os radicais livres atacam o ADN (material genético) que fornece a matriz para a reprodução celular, impedindo à célula a sua reprodução e, portanto, a renovação celular. Além disso, os radicais livres contribuem para o processo de envelhecimento quando recebem o electrão que precisam das células do tecido colagénio da pele. Consequentemente, a pele perde a sua elasticidade e adquire uma aparência seca e enrugada. A actuação dos componentes antioxidantes, ao neutralizar radicais livres, contribui para a renovação e regeneração celular, proporcionando à pele um aspecto mais suave e favorecendo a sua elasticidade.
Além disso, o Lycium tem retinol, ou a chamada pró-vitamina A, Vitamina C (1 grama de Lycium equivale a 500g de laranjas) e graças à sua contribuição nutritiva às fibras de colagénio e à elastina, a nossa pele torna-se mais flexível e mantém-se hidratada. Os aminoácidos próprios do Lycium são fundamentais para a pele.
Protecção do globo ocular
A sinergia entre antioxidantes carotenóides (beta-caroteno e zaxatin) com polissacarídeos, vitaminas C e zinco, previnem a degeneração da mácula retiniana, que é a causa mais comum da perda de visão em pessoas idosas. Estes nutrientes são usados em preparados comerciais para problemas de visão relacionados com a idade. O Lycium possui, adicionalmente, dois componentes que actuam de forma directa sobre a qualidade da vista e do cristalino: as Zeaxantina e a luteína. Isto reflecte-se também num brilho e num olhar mais límpido.
Coadjuvanteprotector contra o cancro
Os radicais livres também podem contribuir para o crescimento anormal e descontrolado das células, ao perderem estas a capacidade de reconhecer de forma natural e bioquímica as células anormais. Esta proliferação sem controlo produz-se no caso dos tumores benignos ou malignos (cancro). Se essa reprodução descontrolada diminuir devido aos efeitos benéficos dos antioxidantes, diminuirá também o risco de tumor. Foi demonstrado que os produtos derivados dos taninos e das catequinas, que se encontram em grande quantidade no Lycium, protegem e têm capacidade anti‑tumoral, uma vez que suprimem a divisão e o crescimento incontrolado de forma directa. (6)
Muitas doenças crónicas têm sido relacionadas directamente com os radicais livres, como é o caso das doenças cardiovasculares, hipertensão, acidentes cerebrovasculares, alzheimer, hepatites, artrites reumatóide, Lúpus, diabetes mellitus, doença periodontal, colite ulcerativa, ateroscleroses, falha renal crónica e muitas outras. Em muitas delas, parece existir uma implicação direita dos radicais livres. A Garcinia Mangostana, ao ser um produto rico em substâncias antioxidantes, pode contribuir beneficamente para o controlo das referidas doenças.
Regulador da flora intestinal e do PH do cólon
A Oligofructose actua como facilitador para a digestão, absorção e aproveitamento das propriedades da Garcinia e do Lycium. Actua sobre a flora intestinal, regulando as suas funções e aumentando as bífidas bactérias úteis. Para além disso, durante o trânsito intestinal, controla a absorção de gorduras por parte do organismo actuando como antimicrobiano e anti-cancerígeno.
Também facilita a absorção de cálcio e de outros minerais, para além de colaborar activamente na síntese de vitaminas do complexo B e da vitamina K. Quando os ingerimos, os oligossacarídeos são transformados pelas bactérias da flora intestinal e fermentam no cólon, produzindo ácidos gordos de cadeia curta. Este processo ajuda a aliviar as diarreias produzidas por infecções intestinais e nutre as células do intestino grosso. Estes ácidos gordos também são importantes para a função das células intestinais, diminuem o PH do cólon e previnem assim a possibilidade de desenvolver cancro de cólon. A Oligofructose estimula a imunidade do tubo digestivo para prevenir infecções. Ao mesmo tempo, ao modular positivamente a fisiologia do tracto gastrointestinal, aumentam o peso das fezes e a frequência de evacuação intestinal.
Alimentar se bem: uma filosofia de vida
Os últimos estudos científicos identificam os radicais livres como causa directa no início e/ou perpetuação de um elevadíssimo número de estados patológicos. O mais importante para manter a nossa saúde em óptimas condições é prevenir. Devemos ter em conta uma série de hábitos saudáveis de forma a evitar ao máximo a manifestação dos radicais livres.
Evitando os elementos externos que aumentam o número de radicais livres, entre os quais citamos:
Ingestão de produtos tóxicos (drogas, tabaco, álcool, etc.), produtos químicos (detergentes, insecticidas, herbicidas, sabões industriais, etc.)
Contaminantes ambientais (fábricas, fumo dos carros, etc.)
Stress. Uma situação de estado de angústia pessoal diminui as defesas do organismo, favorecendo o aumento dos radicais livres e inibindo os sistemas de defesa antioxidante do organismo.
Alimentos de origem animal. Certos alimentos de origem animal, especialmente os muito ricos em gorduras monoinsaturadas, provocam o surgimento de radicais livres, mais ainda quando os animais que fornecem essas carnes foram alimentados com produtos adulterados. Uma boa forma de os evitar é substituir estas carnes por outras mais úteis. Escolheremos peixes ou carnes magras, todos eles, pelo contrário, muito ricos em aminoácidos antioxidantes, como a cisteína, ou em minerais úteis no mesmo sentido, como o selénio ou o cobre.
Mudar os hábitos alimentares: Perante a agressão orgânica que estas moléculas supõem, além de evitar factores externos desencadeantes, é imprescindível adoptar uma alimentação rica em produtos vegetais, capazes de proporcionar os princípios que neutralizaram os seus efeitos perniciosos.
No entanto, a complementação de uma dieta sã, completa e equilibrada com um produto com as excelentes qualidades do Mamberry ajudar-nos-á a manter o nosso corpo e a nossa mente em níveis óptimos, ajudando-nos a enfrentar com vitalidade as actividades diárias. Entre os componentes antioxidantes presentes no Mamberry incluem-se, fundamentalmente:
Os betacarotenos: Precursores da vitamina A, fazem parte da composição da Garcinia e do Lycium. São compostos antioxidantes que demonstraram prevenir o surgimento de células malignas. Também se comprovou que previnem as patologias cardíacas. Além disso, uma vez que se transforma em vitamina A, é uma forma ideal de poder beneficiar das propriedades desta vitamina.
Vitamina C: Para além das suas propriedades antioxidantes, esta vitamina é igualmente importante para a adequada absorção de ferro, cálcio ou de outros aminoácidos, e também na cura de feridas. A sua deficiência provoca uma debilidade geral no organismo, que se manifesta em sintomas como cabelo frágil, gengivas que sangram, feridas que não cicatrizam, perda de apetite, etc.
Vitamina E: Protege as membranas celulares da oxidação dos ácidos gordos que fazem parte da sua estrutura. O défice desta vitamina parece resultar em mudanças degenerativas nas células de alguns tecidos, como o muscular e o cardíaco. A falta desta vitamina nos animais produz esterilidade e, ainda que seja mais difícil que esta deficiência possa produzir-se nos homens, leva a uma má digestão das gorduras. As verduras e legumes verdes, assim como os vegetais ricos em óleo, são os que contém mais quantidade desta vitamina.
Flavonóides: São compostos polifenólicos, presentes em grande quantidade no Mamberry. Para além de intervir numa série de processos benéficos para o organismo, tais como fortalecer a memória, potenciar a actividade antioxidante da vitamina C, evitar a formação de coágulos no sangue, potenciam também o sistema imunológico e a sexualidade.
O Stress Oxidativo
Antioxidantes e radicais livres: a batalha pela sobrevivência e uma melhor saúde.
Diversos estudos publicados em reconhecidas revistas médicas como o New England Journal of Medicine, Journal of the American Association, British Lancet ou Annuals of Internal Medicine, explicam, sem lugar para dúvida, que a causa de mais de 70 doenças degenerativas reside no “stress oxidativo” ou no excesso de radicais livres no nosso organismo. Doenças como as cardiovasculares, derrames cerebrais, diabetes, cancro, artrites, lúpus, esclerose múltipla, fibromialgia ou fadiga crónica fazem parte desta ementa.
Esta degeneração resulta do desequilíbrio entre o número de radicais livres e de antioxidantes.
No nosso organismo produzem-se radicais livres em consequência da transformação dos alimentos em energia. Algumas células do nosso organismo, como é o caso dos macrófagos, também os produzem. No entanto, neste caso é benéfico, uma vez que são usados para atacar bactérias ou vírus perniciosos para a nossa saúde, destruindo-os. Devemos dizer que, com o objectivo de combater o poder nocivo dos radicais livres, o organismo gera substâncias chamadas oxidantes, que neutralizam ou anulam a capacidade nociva dos radicais livres.
O problema surge quando este equilíbrio é quebrado e o corpo se sobrecarrega de radicais livres e carece dos antioxidantes necessários para os neutralizar, de forma que os nossos agentes ficam ociosos e vão recorrendo o organismo e oxidando aquilo que não devem – células que estão sãs - . Aqui surge o que se denominou por stress oxidativo e o nosso organismo fica numa situação de risco de doença, uma vez que está a deteriorar por oxidação aquilo que estava são.
Este processo foi descoberto há quase meio século por dois cientistas norte-americanos, R. Gershman e D. L. Gilbert, que se aperceberam que o excesso de radicais livres numa zona dos E.U.A. era responsável pelo aumento de nascimentos com problemas na vista ou cegueiras.
As radiações, o stress, a vida sedentária, as comidas cheias de pesticidas, a poluição, o tabaco, os medicamentos, etc., são geradores de milhões de radicais livres que prejudicam o nosso organismo. Para os combater existem os antioxidantes, que permitem proteger o nosso corpo e fortalecer, entre outros, o sistema imunológico, devido à sua capacidade de luta por meio da neutralização dos radicais.
Os antioxidantes mais benéficos para o nosso corpo encontram-se na natureza e especialmente em frutas e legumes.
Entre elas, destaca-se pela sua elevada capacidade antioxidante a Garcinia Mangostana ou Mangostão, que conta com um grupo de moléculas que são as Xantonas, que por sua vez possuem importantes propriedades para combater o stress oxidativo.
Assim, os estudos realizados pela Universidade de Granada e pelos laboratórios Lareal afirmam que a sinergia entre o Lycium Barbarum e a Garcinia Mangostana favorece a luta contra os radicais livres e cumpre com a quantidade de ORAC necessários para combater o ataque dos radicais livres que atingem o nosso organismo.
A ORAC ou Oxigen Radical Absorbance Capacity – Capacidade de absorção de Radicais do Oxigénio – é a medida estabelecida pelo departamento de agricultura dos Estados Unidos que avalia o potencial total antioxidante de frutas, verduras, comidas e suplementos nutricionais.
Foi desenvolvido pelo Dr. Cao em 1993, físico e químico do Instituto Nacional do Envelhecimento em Baltimore, Maryland, E.U.A. Desenvolveu-o para oferecer uma fórmula muito exacta que possa determinar a capacidade de destruição dos radicais livres ou, dito de outra forma, o poder neutralizador de um alimento, um suplemento alimentício ou qualquer composto.
O Dr. Ames da Universidade da Califórnia, Berkeley, publicou no Nacional Academy of Science: “Os radicais livres causam um enorme dano ao ADN, às proteínas e aos lípidos” e afirmou que este ano “é o maior contribuidor para o envelhecimento das células e para a redução da eficácia do sistema imunológico, entre outros”.
Dr. Juan Ignacio Redondo Ibarguchi
Médico

